Enviado por Guilherme Oliveira (não verificado(a)) em sex, 09/10/2009 - 15:07.
Idealmente, uma ideia excelente. Tornar divertido uma das atividades mais entediantes da academia. O problema: uma competição relacionada ao nível físico do atleta não poderia ser comprometedora ou ainda desestimulante?
Vamos aos extremos: tudo em função do jogo. O potencial interativo da bicicleta substitui a finalidade da academia. Sobreposição da vontade de ser o vencedor, aquele que queimou mais calorias, que foi o mais veloz, que percorreu mais milhas, à evolução linear, contínua e contida do desempenho físico. Vai-se além dos próprios limites corporais em função da atividade. O atleta não se supera, apenas ignora seus limites saudáveis e compromete-se fisicamente, ou ainda o oposto: utiliza-se de gambiarras para aumentar sua performance no jogo, como a diminuição da carga do aparelho a fim de atingir uma velocidade maior.
Idealmente, uma ideia
Idealmente, uma ideia excelente. Tornar divertido uma das atividades mais entediantes da academia. O problema: uma competição relacionada ao nível físico do atleta não poderia ser comprometedora ou ainda desestimulante?
Vamos aos extremos: tudo em função do jogo. O potencial interativo da bicicleta substitui a finalidade da academia. Sobreposição da vontade de ser o vencedor, aquele que queimou mais calorias, que foi o mais veloz, que percorreu mais milhas, à evolução linear, contínua e contida do desempenho físico. Vai-se além dos próprios limites corporais em função da atividade. O atleta não se supera, apenas ignora seus limites saudáveis e compromete-se fisicamente, ou ainda o oposto: utiliza-se de gambiarras para aumentar sua performance no jogo, como a diminuição da carga do aparelho a fim de atingir uma velocidade maior.