Publicações
Homo Experientia
Hannah Arendt em seu livro “A condição humana” reflete principalmente sobre “pensar o que fazemos”. E sobre esse fazer humano ela designa com a expressão vita activa as atividades: trabalho (labor), obra (work) e ação (action). Pode-se compreender a expressão vita activa como a atividade política de interação social entre os seres humanos, em contraposição a atividade contemplativa.
A intenção da autora em seu livro foi esclarecer as estruturas que condicionam a experiência humana ou as constantes desta experiência real. O caminho escolhido foi o de investigar o sentido e os modos de atividades humanas e suas respectivas dignidades.
Integrating and fragmenting data: a proposal for the evolution of folksonomy [article]
GONZATTO, Rodrigo F.; AMSTEL, Frederick M. C. van; JUNGES, Edyd. Integrating and fragmenting data: a proposal for the evolution of folksonomy. Available in: <http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/2826>. Faber-Ludens Institute of Interaction Design. Curitiba, 2009.
Vídeo Social: Propostas de interação por vídeo na Web [pôster]
Resumo: Sites de compartilhamento de vídeo, como o Youtube, disponibilizam poucas funcionalidades que facilitem a interação entre os usuários. Ao se verificar as manifestações dos usuários quanto ao modo como utilizam os vídeos no Youtube, são feitas propostas de interação através do uso da linguagem comum neste tipo de site, o vídeo.
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PARA CITAÇÃO
GONZATTO, Rodrigo F.; AMSTEL, Frederick M. C. van. Vídeo Social: Proposta de interação por vídeo na Web. In: Anais do 9º USIHC - Congresso Internacional de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces Humano-Computador. Curitiba, 2009.
Integrando e Fragmentando Dados: Reflexões sobre o projeto Conectando Conteúdos [artigo completo]
Resumo: Em um contexto onde cresce a produção de dados acessíveis pela internet, a organização e classificação de dados se propõe a facilitar a interpretação, colaboração e remixagem dos conteúdos por parte dos usuários. A partir dos estudos desenvolvidos pelo projeto Conectando Conteúdos são levantadas críticas à Web Semântica buscando entender a relação entre dados e metadados e a importância da colaboração para apresentar ideias de extensões para a Folcsonomia. Algumas das propostas desenvolvidas, como a de Intra-etiquetas e de Geografia da Marcações, visam potencializar a utilização dos recursos de marcações de conteúdo e da análise do relacionamento entre etiquetas folcsonômicas.
Folcsonomia e Identidade Cultural
As mudanças propostas na discussões “Web 2.0” a respeito de conteúdo gerado e classificado por usuários fazem parte de um movimento maior de hibridização cultural entre identidades globalizadas. A folcsonomiaé, portanto, utilizada pelos usuários como tática de identificação com pares próximos e comunidades imaginadas, cujo território é a própria mídia.
AMSTEL, F.M.C. van. Folcsonomia e Identidade Cultural. In: Workshop de Aspectos da Interação Humano-Computador na Web Social, VIII Simpósio sobre Fatores Humanos em Sistemas Computacionais, Porto Alegre, 2008.
Design Participativo numa comunidade de Software Livre: o caso do website BrOffice.org
O website BrOffice.org, que distribui uma suíte de softwares livre para escritório, foi reformulado através de design participativo envolvendo sua comunidade de usuários e colaboradores. Para envolver o público disperso geograficamente no processo, foram usadas ferramentas de comunicação pela Internet, em suas formas tradicionais de uso ou modificadas. A síntese das discussões levou a uma nova estratégia de apresentação dos produtos da comunidade — enfatizando seus benefícios práticos — e no tratamento dos usuários, que teriam acesso mais fácil aos serviços disponibilizados. Por fim, foram gerados colaborativamente documentos para a nova arquitetura da informação do portal.
AMSTEL, Frederick van. Design Participativo numa comunidade de Software Livre: o caso do website BrOffice.org in: Anais do VIII Simpósio sobre Fatores Humanos em Sistemas Computacionais, Porto Alegre, 2008.
Arquitetura da Informação Participativa do Portal BrOffice.org
O portal do BrOffice.org, uma suíte de softwares livre para escritório, foi reformulado através de design participativo envolvendo sua comunidade de usuários e colaboradores. Listas de discussão por email, audioconferências e sala de bate-papo foram usados para discutir os serviços a oferecer no portal, sua identidade visual e, principalmente, arquitetura da informação, permitindo a participação de uma ampla gama de colaboradores. Também foram experimentadas novas ferramentas para habilitar um contato mais direto dos participantes com o objeto em questão, tal como o protótipo editável e o wireframe interativo. A síntese das discussões levou a uma nova estratégia de apresentação dos produtos da comunidade — enfatizando seus benefícios práticos — e no tratamento dos usuários, que teriam acesso mais fácil aos serviços disponibilizados. Por fim, foram gerados colaborativamente documentos para a nova arquitetura da informação.
van AMSTEL, F. M. C. Arquitetura da Informação Participativa do Portal BrOffice.org In: Anais do 2o Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação, 2008;
Reformulação do portal BrOffice.org: Documentação do Design Participativo
O portal do BrOffice.org, uma suíte de softwares-livre para escritório, foi reformulado através do design participativo com sua comunidade de usuários e colaboradores. Usando canais como listas de discussão, wiki, audioconferências e sala de bate-papo, foram discutidos a identidade visual do portal, os seus serviços e a organização da informação. A síntese das discussões levou a uma nova estratégia de apresentação dos produtos da comunidade — enfatizando seus benefícios práticos — e no tratamento dos usuários, que teriam acesso mais fácil aos serviços disponibilizados. Com base nas discussões, foram elaborados modelos para o desenvolvimento do novo portal.
Folcsonomia: Vocabulário Descontrolado, Anarquitetura da Informação ou Samba do Crioulo Doido?
Na discussão sobre a “Web 2.0”, um das questões mais polêmicas é a classificação livre com etiquetas (tags) atribuídas pelos usuários, o que se convencionou chamar de folcsonomia. Os mais otimistas acreditam que a classificação livre ganhará cada vez mais espaço, devido à sua consonância com as mudanças que estão em curso na sociedade, enquanto os pessimistas acreditam que não passa de um hype de curta duração, já que a folcsonomia não é tão eficiente para a recuperação da informação. O fato é que os projetos que adotam a folcsonomia estão se proliferando e chamando a atenção do mercado pelo sucesso a curto-prazo. Em conseqüência, os profissionais da área estão se perguntando menos se folcsonomia é boa ou má, mas sim em que situação é adequado a tal da folcsonomia. Argumentamos aqui que a folcsonomia é mais do que uma mera estratégia de classificações e sim também uma estratégia de identidade cultural, particularmente apropriada para redes sociais, mediando a relação do indivíduo com as esferas pública e particular de sua vida.

