cultura

Bate-papo com Rene de Paula Jr.

Lembrei desse vídeo em que converso com Rene de Paula Jr. sobre o estado da Internet no Brasil, sobre os conflitos com culturas importadas e ferramentas colaborativas. No final do vídeo explico a importância da Meta-Colaboração e da metodologia de Design Participativo. O ponto principal para fazer com que as pessoas queiram colaborar, é tornar a colaboração divertida, interessante.  

Assim escreve a humanidade

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Assim escreve a humanidade

Devido ao crescimento exuberante das novas mídias, pessoas estão perdendo o precioso ato de praticar a leitura e escrita como meio de enriquecer-se culturalmente. A Internet provocou muitas mudanças, na veiculação de informações, no vocabulário inserido nos diálogos e textos dentro e fora do ambiente virtual.


"Cada época tem tido uma forma própria de comunicar-se: os sons de tambor, o fogo, os sinais com panos ou bandeiras, o bilhetinho, o telefone, o telégrafo, e agora o telefone fixo-móvel, a Internet e os tele móveis. O século XXI não foge à regra de qualquer outra época. As necessidades de comunicação têm sido muitas, o ritmo de vida é muito rápido, e o homem continua a inventar sempre o material que faz avançar os seus sonhos e sempre aperfeiçoando e indo mais além, de descoberta em descoberta. E assim o homo sapiens está a converter-se em homo digitalis com a introdução, na vida diária, dos computadores, da Internet e dos tele móveis." (Benedito, 2003, p. 191)

Marco Civil da Internet: interação para democracia participativa

Participar, conectar-se, existir no coletivo, em voz anônima ou declarada. Pertencer a um lugar e a todos os lugares. Ocupar, reformular, reocupar. Imaginar-se e recriar-se a si mesmo. Expandir, alcançar, saber, buscar, compartilhar.

Atos que existem em um espaço criado, ao que convencionou-se chamar “virtual”, composto de dados, viabilizado digitalmente, interconectado, onde habitam humanos, cujo potencial amplia-se e se transforma sobre princípios nobres como a criatividade, a inovação, a iniciativa e a liberdade.

Este espaço criado e povoado, foi composto com dinâmica, substância, referências e rituais próprios. Resultou em um amálgama de linguagem, identidade, inteligência e coletividade que formou um universo cultural único, num novo terrrório, dotado de modelos mentais e valores morais diferentes dos que existiam antes de sua criação.

Estabeleceu-se paralelamente a outro espaço e sociedade, pre-existente, conhecido como “real”, também constituído sobre regras construídas e reformuladas ao longo do tempo, de acordo com os costumes e evolução de seus habitantes, igualmente humanos.

A evolução da música: das fitas cassete às guitarras de brinquedo.

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Lembro da dificuldade para se conhecer uma banda independente de rock há 15 anos atrás. Os meios por onde a música circulava eram escassos ou inacessíveis. Para ficar antenado no que havia de novo era necessário acompanhar as rádios e/ou a TV, que literalmente ditavam os gostos e a moda, ou simplesmente esperar os álbuns chegarem no Brasil (geralmente muitos meses depois de serem lançados, ou nem isso) para comprá-los. E mesmo essa última opção era arriscada, pois não havia como saber se você iria gostar do álbum como um todo ou apenas de algumas músicas. Esse processo atravancado funcionava muito bem para os artistas em evidência, mas anulava os artistas pequenos, aqueles sem o apoio da mídia e das gravadoras.

 

O iPad e o Lego: um ensaio sobre a relação entre novas mídias e os laços sociais efêmeros

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Eu preciso de um iPad da Apple. É sério, preciso.

Eu não sabia que precisava de um, e, na verdade, nunca havia realmente sentido a falta dele. Descobri que precisava dele bem recentemente, quando anunciaram que ele havia sido inventado e que logo estaria disponível nas lojas. Outras milhões de pessoas também manifestaram essa mesma necessidade em seus blogs, twitters e demais mídias pessoais de massa que existem por aí.  

As novas mídias e a interação entre as pessoas.

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As novas mídias e a interação entre as pessoas. 
Por Monica Possel

Com o surgimento das novas mídias, a interação entre as pessoas passou a ser por meio da Internet. Pois tornou-se mais fácil acessá-la. Principalmente por causa das mídias sociais. Estas que estão sendo cada vez mais adaptadas à todas as novas plataformas/artefatos criados. Hoje, não se pensa mais na criação de um site com um conteúdo específico apenas. Quando se fala de Internet, está totalmente ligada à interação entre pessoas e isso acontece com as mídias sociais e em consequência, com as novas mídias.

Por volta dos anos 70, existiam as tribos urbanas, termo cunhado pelo sociólogo francês Maffesoli, um pouco depois, em 1985, em seu livro "O tempo das tribos" (MAFFESOLI, 2006).
Neste livro, ele relata como as pessoas interagem nas tribos urbanas. Antigamente, se dava nas grandes metrópoles, onde uma pessoa unia-se a um grupo pela afinidade, por querer ser igual ao grupo e assim ser diferente aos demais, ou simplesmente pela necessidade de inclusão social.

Mesa 2: Slides sobre "Cultura do Design ou Design da Cultura?"


Estes foram os slides utilizados como ponto de partida para discussões da Mesa no 1º DDX - Design e Comportamento Humano.

Rupturas Tecno Cult

A09 e B09 desafiam os padrões de interação humanos
O objetivo dos projetos é reconhecer situações críticas ou vícios do quotidiano e transformá-los (ruptura), através do artefato ou atividade (técnica), em uma nova visão ou novo comportamento (cultural), sempre buscando a qualidade de vida pela virtude humana (ética).
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