cotidiano

Aplicação de RFID no dia-a-dia: Presente aumentado

Esta foi uma atividade proposta na aula de Mobilidade e Computação Pervasiva com o professor Mauro Pinheiro foi de utilizar o kit RFID Touchatag para criar aplicações para nosso dia-a-dia.

O grupo do qual fiz parte (Ana Paula, Alessandra Nezzi, Mabel Limberger, Rodrigo Gonzatto e Tersis Zonato) criou algumas idéias, sendo que a abaixo foi escolhida para uma descrição mais detalhada.

Presente aumentado por RFID

Abaixo, o esboço desenhado em sala de aula, para o presente aumentado por RFID.

Funcionamento do Presente Aumentado

O presente aumentado consiste em dar um "algo a mais" do que o presente físico: aumentar o presente através de algo que só será alcançado acessando-se a informação que será disparada com a etiqueta que está no presente.

Diagrama de funcionamento do presente aumentado.

No exemplo acima, o livro que foi dado de presente possui uma etiqueta que permite à pessoa presenteado acessar um vídeo-dedicatória, criado pela pessoa que a presenteou, além de uma playlist com músicas escolhidas para serem escutadas durante a leitura do livro. No segundo exemplo o presente foi um cartão postal, que também possui uma etiqueta. Desta vez, a etiqueta acessa fotos da pessoa que enviou o cartão postal.

Hack: Observação durante um dia

Basta estarmos atentos à nossa volta para que se possa observar várias formas de hack, ou como o brasileiro gosta de dizer, a "gambiarra".

Este post tem por objetivo mostrar as gambiarras observadas durante apenas um dia, em minha casa em e em meu trabalho.

 

Observação 1:

Fechadura?

Hoje, logo pela manhã quando fui pegar uma toalha para tomar banho, reparei em algo estranho: a fechadura do guarda-roupa não estava mais lá. É óbvio que para um guarda-roupa com mais de 25 anos é complicado ficar fechado sem uma tranca.

Situação: Quebrou a fechadura e a porta não para fechada.

Solução: Elástico de dinheiro até comprar uma nova fechadura.

 

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Automação do cotidiano

Martin Postler aplicou a mesma estratégia de automação indústrial das montadoras de automóveis no cotidiano das pessoas de terceira idade. Seus robôs obriga-nos a pensar até onde essa lógica de automatização tem sentido. Certamente hoje o cenário é ridículo, mas será que no futuro vamos aceitar coisas assim?

Robô que faz a barba 

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