teoria

Fichamento sobre Jogos e Games

Game on: Jogos eletrônicos na escola e na vida da geração (Filomena Moita)

[Fichamento do livro Game-On]

Brincar significa libertar-se dos horrores do mundo, por meio da reprodução miniaturizada (...) protegido por leis de sua própria cultura. (Walter Benjamin, 1984)

A Filosofia, se quisermos, é um grande jogo de conceitos. Mesma as guerras, particularmente as guerras antigas, occorrem segundo certas regras e não excluem gestos de cavalheirismo. (Jean Château, 1987)

Todas as atividades humanas, incluindo filosofia, guerra, arte, leis e linguagem, podem ser vistgas como o resultado de um jogo, ou, para usarmos a terminologia técnica, sub specie ludi. A ideia de jogo é central para a civilização. (...) É o fenômeno cultural e repetível a qualquer momento, uma ação que introduz, na confusão da vida e na imperfeição do mundo, uma perfeição temporária e limitada. Assim, o jogo é um recorte do tempo, em que a pessoa assume uma vida paralela à real.

Fundamentos teóricos para o projeto

Autores, teorias e conceitos possíveis.

Análise da atividade e aplicação de brincadeiras: preparar pizzas

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Baseado em estudos de análise da atividade e de acordo com os modelos propostos por Yrjo Engeström,este texto busca identificar os elementos da tarefa em questão. Ao final da explicação, há o desafio de aplicar brincadeiras para solucionar os conflitos de forma criativa e divertida.

Nesse caso específico, a atividade tornou-se um evento social: o aniversariante convidou vários amigos para comemorar a data no salão de festas de seu condomínio, porém resolveu ele mesmo preparar a refeição. Isso faz com que o alimento tenha outro valor: o de impressionar os convidados. Esses poderiam ter dois feedacks: de aprovação ou rejeição. O objetivo geral seria, além da confraternização, tornar o jantar especial por ter sido feito pelo aniversariante. Portanto nesse caso, preparar pizzas refere-se não somente no ato de fazer a refeição.

Design Livre: processo aberto, desenvolvimento liberto

Criança fazendo BoloO nome poderia ser "Design liberto", "aberto", libertário", ou algumaoutra nomenclatura a ser definida. Design livre, aqui, é a mãe queensina o filho a cozinhar, ao invés defazer a comida que a filho gosta (Centrado no Usuário) ou chamar ofilho para cozinhar junto (Design Participativo).

É um passo para uma maior aproximação da cultura do design com o hack e a gambiarra, onde quem não gosta de algo pode alterar, arrumar, melhorar, transformar ou personalizar.

No Design Centrado no Usuário, um grupo de designers volta seu olhar para os usuários. No Design Participativo, o designer se junta aos usuários para projetar. No Design livre, a proposta é de que os "designers" transformem "usuários" em designers, problematizando, inclusive, estas categorizações. 

Teorias de Interação Humano-Computador

Depois de apresentar as diferentes abordagens que conheço em Design de Interação, aprofundei com meus alunos as duas principais teorias que permeiam as abordagens. Embora Interação Humano-Computador seja uma área multi-disciplinar, as teorias psicológicas são muito usadas para fundamentar pesquisas nessa área. Da Psicologia Cognitiva veio a Teoria do Processamento de Informação e da Psicologia Sócio-Histórica, veio a Teoria da Atividade. Embora Design de Interação seja uma área prática - diferente de IHC que é científica - essas teorias são muito importantes porque delineiam as metodologias, métodos, técnicas e princípios empregados na prática.

Design centrado em diferentes focos

Após algumas aulas bem teóricas, entramos finalmente na parte prática de Fundamentos de Design de Interação. Apresentei o modelo que venho desenvolvendo há alguns anos que tenta abarcar diferentes abordagens, a partir da integração de seus diferentes focos.

Parábola do conhecimento sobre o elefante

É aquela velha parábola dos cinco cegos que foram descrever o que era um elefante. Nenhum deles tinha a visão do todo, mas conhecia bem cada um dos detalhes que havia conseguido sentir. Pois bem, no meu modelo, tentei captar a contribuição mais importante de cada abordagem que conheci até o momento, pois sou tão cego quantos os outros que ousaram tocar no elefante.

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