Game on: Jogos eletrônicos na escola e na vida da geração (Filomena Moita)
[Fichamento do livro Game-On]
Brincar significa libertar-se dos horrores do mundo, por meio da reprodução miniaturizada (...) protegido por leis de sua própria cultura. (Walter Benjamin, 1984)
A Filosofia, se quisermos, é um grande jogo de conceitos. Mesma as guerras, particularmente as guerras antigas, occorrem segundo certas regras e não excluem gestos de cavalheirismo. (Jean Château, 1987)
Todas as atividades humanas, incluindo filosofia, guerra, arte, leis e linguagem, podem ser vistgas como o resultado de um jogo, ou, para usarmos a terminologia técnica, sub specie ludi. A ideia de jogo é central para a civilização. (...) É o fenômeno cultural e repetível a qualquer momento, uma ação que introduz, na confusão da vida e na imperfeição do mundo, uma perfeição temporária e limitada. Assim, o jogo é um recorte do tempo, em que a pessoa assume uma vida paralela à real.

