O "todo", todas as "partes do todo" e cada uma das "partes deste todo", são coisas diferentes. Abaixo, um esquema para entender a diferença entre o "todo" e as "partes" de um conteúdo:
O "todo", todas as "partes do todo" e cada uma das "partes deste todo", são coisas diferentes. Abaixo, um esquema para entender a diferença entre o "todo" e as "partes" de um conteúdo:
A folcsonomia como encontramos hoje na grande parte dos sites da web, e até nos serviços que difundiram a folcsonomia no mundo [Delicious, Flickr], trabalham de uma forma que chamarei de “Folcsonomia do Todo”.
"Folcsonomia do Todo" é aquela onde as etiquetas só podem ser inseridas para o conteúdo como um todo. O problema é que nem sempre as etiquetas inseridas se referem ao conteúdo como um todo, pois em muitas situações as pessoas querem descrever apenas uma partes do conteúdo etiquetado.
Este post está dividido em 3 partes: na primeira (Conteúdos fragmentados?) explica-se o objeto deste estudo; na segunda (Como os conteúdos
vem sendo integrados) são expostas algumas das formas já utilizadas de integração para
conteúdos; e na terceira (Problemas encontrados), expostos os problemas e dificuldades geradas por esta fragmentação.
A princípio, os conteúdos da internet estão todos isolados. Para acessá-los é preciso saber seu endereço, representado por uma porção de palavras que, juntas, são chamadas de link. Se eu procuro algo e não sei o link, procuro alguém que conheça (amigos, sites, portais) ou alguém que pesquise pelo que estou procurando e me mostre que link é este (sistemas de busca).
No texto "Estudando conteúdos fragmentados" são analisadas algumas das formas de integração dos conteúdos na internet, hoje. Dos problemas e dificuldades descobertos, surgem as possibilidades aqui apresentadas, por isso a importância de ter lido ele previamente.
Não adianta integrar conteúdos só para vê-los juntos. Se não houverem critérios não vou direcionar sua função de modo a criar uma utilidade ou uma otimização deste conteúdo. Por isso, toda integração reúni informações com uma idéia afim: com um ponto em comum.
Grande quantidade de dados vem sendo produzidos e disponibilizados para acesso, principalmente via Internet. São textos, imagens, vídeos, planilhas, fotos, podcasts, entre diversos tipos de conteúdo. Apesar disso, o consumo e a conexão entre todo este material ainda não acompanha o volume de sua produção.
O desafio é criar métodos de organização e classificação para facilitar o acesso e a relevância destes conteúdos.