gambiarra

Hacking Reality - iPod no carro

Após a primeira entrevista, conversei novamente com Paula e acabamos chegando ao assunto do uso do iPod no carro. Como se trata de um modelo de cdplayer relativamente antigo, a entrevistada costumava utilizar o dispositivo pendurado no rádio, por meio de um cabo de áudio.

 

Além de não ser muito prático, este já é o terceiro cabo utilizado em menos de um ano. A durabilidade do cabo é reduzida pelo uso improvisado.

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Materiais utilizados na gambiarra

 

Além disso, a única forma de evitar este uso inadequado do cabo seria desenrolando o mesmo, o que acabaria deixando o ipod fora de alcance.

 

Hacking Reality - Entrevista

Entrevistada – Paula Sueme Bordignon, 23 anos

Objeto: iPod Shuffle 1GB – Modelo 2008

 

O que o iPod significa para você?

Música, lazer, praticidade, um momento só pra mim.

 

Por que você escolheu o iPod e não outro mp3 player?

Preço, aparência, praticidade. Me oferece o que eu preciso sem complicar muito.

 

Em que ocasiões você costuma usá-lo?

Gambiarra: soluções rápidas e criativas

famosa gambiarraO jeitinho brasileiro, a famosa gambiarra, é ou não é um método de resolução de problemas?

No momento que serve para resolver um problema, mesmo que temporariamente, ao meu ver, sim.

Mas a grande vantagem da gambiarra, é que geralmente ela é uma solução rápida, barata e eficiente. Então por que temos "vergonha" de fazer ou até mesmo mostrar uma gambiarra? Deveríamos ter orgulho de ter encontrado uma solução tão criativa para dado problema.

O problema dessa "vergonha" é de cultura. A cultura popular, discriminada pela cultura elitista, é a essência da gambiarra. O povo tem muita cultura, muito conhecimento (infelizmente muitos não científicos e por isso discriminados), e falta de dinheiro para comprar o produto já pronto o que dá o gás para a gambiarra.

Design Livre: processo aberto, desenvolvimento liberto

Criança fazendo BoloO nome poderia ser "Design liberto", "aberto", libertário", ou alguma outra nomenclatura a ser definida. Design livre, aqui, é a mãe que ensina o filho a cozinhar, ao invés de fazer a comida que a filho gosta (Centrado no Usuário) ou chamar o filho para cozinhar junto (Design Participativo).

É um passo para a difusão da cultura do hack e da gambiarra, onde, se quem não gosta de algo, pode alterar, arrumar, melhorar, transformar ou personalizar.

No Design Centrado no Usuário, um grupo de designers volta seu olhar para os usuários. No Design Participativo, o designer se junta aos usuários para projetar. No Design livre, proponho que os "designers" transformem "usuários" em designers. E estes, sim, realizem o projeto. A partir daí, aqueles designers, iniciais, apenas colaboraram, assessoram e sugerem ideias para o projeto que estes usuários, que agora são designers, estão desenvolvendo.

Turtle Hack - Aplicando Lavoisier nos brinquedos

Em um exercício da disciplina Técnicas de Prototipação II foi lançado o desafio de desmontar brinquedos e outros artefatos eletrônicos para criar novos produtos. O grupo formado por Alessandra Nezzi, Carlos Sarmento, Guilherme Silveira e Luís Felipe Santos desmontou quatro brinquedos diferentes para dar vida à Turtle hack, a tartaruga ventríloqua!

Hack na balada

Galeria de Imagens (clique para ver maior)Gambiarras
Na grande maioria das vezes, uma gambiarra surge da necessidade. E uma boa gambiarra [...]

Hack funcional - Suporte para bebedouro

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Quando estamos em "apuros", criamos soluções rápidas e práticas com o que temos em casa.

Para não deixar que Luna, a cachorra da casa, sentisse sede durante a viagem de férias da família, foi criado um novo suporte para o bebedouro.

Tony da Gatorra. Gambiarra ou Design de Interação?

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