Inovação

Humor engraçado e Piadas que fazem rir: inovação ou conservadorismo?

Será que as piadas podem ser duras críticas ao que já se tornou banal? Elas são inovadoras, ou apenas reproduzem esteriótipos comuns? Uma breve pesquisa sobre o assunto (este post ainda será ampliado!).

Piada sem graça vale? 

O humor é crítico ou reacionário?

Segundo POSSENTI (p.48, 1998) não pode-se desmentir a ideia que os humoristas são os primeiros a criticar, a ser do contra, a colocar "areia no negócio dos outros", e exemplifica com o humor de L.F. Veríssimo, Millôr Fernandes e Angeli, por exemplo. Mas:

"A afirmação segundo a qual o humor critica é muito parcial. O humor nem sempre é progressista. O que caracteriza o humor é muito provavelmente o fato de que ele permite dizer alguma coisa mais ou menos proibida, mas não necessariamente crítica, no sentido corrente, isto é, revolucionária, contrária aos costumes arraigados e prejudiciais. O humor pode ser extremamente reacionário, quando é uma forma de manifestação de um discurso veiculador de preconceitos (...) Como dizer que o humor é crítico, nesses casos?" (POSSENTI, p.49, 1998)

A tecnologia da Yellow Bird impressiona

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A empresa YellowBird desenvolveu uma câmera que tem capacidade de gravar vídeos em 360° (no melhor estilo Google Street View). É possível ver vídeo com um enquadramento que você quiser - lógico que com limitação de Zoom... mas com certeza uma experiência estonteante:

Isso me deixou embasbacado, a tecnologia fez minha cabeça borbulhar de aplicações.

Veja o vídeo abaixo, clique e arraste sobre o vídeo para viajar com esta demo.

Quem precisa de inovação?

Em tempos de competição feroz em mercados saturados, as empresas não sabem mais o que fazer para sair na frente. Fala-se muito da necessidade de inovar, de desenvolver produtos e serviços realmente diferentes dos que já existem. Entretanto, será que o consumidor precisa de tanta inovação? Se tudo estiver sempre inovando, quando teremos tempo para nos acostumar com as coisas e aproveitar suas qualidades ao máximo? O que o consumidor quer é adequação das coisas às suas necessidades. Isso não é nada de inovador, mas é útil e agradável. As pessoas não querem arriscar, elas querem certeza de satisfação.
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